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VI Festa da Colheita

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No dia 26 de maio de 2013, no Assentamento Conquista da Lagoa, Açailândia-MA realizou-se a VI Festa da Colheita, o evento já era tradicional na Paróquia São João Batista, com a divisão da Paróquia para a criação da Paróquia Santa Luzia, o evento não mudou nada, passou a pertencer as duas paróquias e como já se faz desde de 2008 as comunidades se encontraram para festejar a vida no campo e glorificar pelos frutos da terra em Cristo Jesus; saboreando um momento de louvor, oração, partilha, arte e integração de todos.
Histórico

A 1º Festa da Colheita foi realizada no Assentamento Sudelândia (50 Bis), em 2008 e reuniu cerca de 500 pessoas.
A 2º Festa aconteceu no Assentamento Califórnia, em 2009.
Em 2010 foi a vez do Assentamento KM 30 e Vila Aparecida receberem a 3º Festa da colheita.
Em 2011 A Festa da Colheita foi como uma preparação do povo açailandense para a Romaria da Terra e das Águas que seria realizada no Pequiá; a Festa foi Realizada no Assentamento Jacaré.
Em 2012, realizou-se a que o povo considera como maior e melhor Festa da Colheita, realizada no Assentamento Francisco Romão, região do Novo Oriente. Dessa 5º Festa temos algumas fotos, disponíveis abaixo.


5º Festa da Colheita - 3 de junho de 2012 - Assentamento Francisco Romão
Clique na imagem para ver no tamanho original.


5º Festa da Colheita - 3 de junho de 2012 - Assentamento Francisco Romão
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5º Festa da Colheita - 3 de junho de 2012 - Assentamento Francisco Romão
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5º Festa da Colheita - 3 de junho de 2012 - Assentamento Francisco Romão
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5º Festa da Colheita - 3 de junho de 2012 - Assentamento Francisco Romão
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Símbolos

Podemos considerar como maior símbolo da Festa da Colheita um Balaio que popularmente é chamado de Quibano, na maioria das Festas da Colheita já realizada ele serviu para apresentar cada comunidade presente, funciona assim: cada uma (comunidade) do campo ou da cidade leva para Festa um ou mais frutos da Terra em um desses Quibanos e então apresenta a comunidade, simbolizada por esses frutos.
Ao final de cada Festa, as comunidades que acolheram a todos revelam ao povo o local da próxima Festa, entregando aos responsáveis pela Igreja naquela localidade um Quibano para simbolizar o Compromisso deles em fazer uma bela Festa da Colheita e levá-la adiante.
Aqui mostramos alguns dos mais bonitos Quibanos ofertados na missa que representaram o povo presente na 6º Festa da Colheita:


6º Festa da Colheita - 26 de maio de 2013 - Assentamento Conquista da Lagoa





6º Festa da Colheita - 26 de maio de 2013 - Assentamento Conquista da Lagoa



6º Festa da Colheita - 26 de maio de 2013 - Assentamento Conquista da Lagoa

 





6º Festa da Colheita - 26 de maio de 2013 - Assentamento Conquista da Lagoa


Na parte cultural as comunidades demonstraram mais uma vez que com Cristo a nossa festa é bem melhor e mais contagiante, que a alegria que encontramos naquela Festa com Jesus não se pode encontrar em uma semana de micareta aqui na cidade. O pouco momento que vivemos juntos (1 dia) é tão pequeno para tantas amizades e tanta felicidade que podemos fazer e viver, essa também é outra coisa que em boates e alguns outros tipos de eventos não se consegue, pois a amizade que se encontra nesses tipos de festas é passageira, é a amizade de minutos. Com Deus nossa felicidade é ilimitada, e quando passa a gente não chora por que acabou, não, ela não acaba, esse nosso choro é o que faz nascer a próxima festa da colheita, um choro de alegria pelos momentos que vivemos e nossa eterna gratidão á Deus. Posso garantir se essa festa da colheita foi tão boa, a próxima será melhor contigo que já está convidado, aqui também deixamos as imagens de entrega do quibano da próxima festa no Povoado Córrego Novo e mais abaixo as imagens da tarde cultural. Obrigado e participe da comunidade mais próxima da sua casa e em 2014, venha para a VII Festa da Colheita em Córrego Novo.  

Tecnologia em sala de aula Colaboração ou problema?

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A tecnologia é importante instrumento que pode nos ajudar muito, em sala de aula também. Podemos citar a internet, é logico que uma aula fica muito mais divertida e interativa com o uso da "net" em tempo real para mostrar aos estudantes imagens, textos, documentários sobre o conteúdo estudado e, que é muito mais fácil fazer trabalhos usando o computador, com slides etc., ao invés de usar cartazes e outros materiais de uso manual.
O problema é quando essa tecnologia atrapalha em sala de aula, são os celulares e tablet's com acesso principalmente as redes sociais são muito bons, mas costumam atrapalhar as aulas porque os alunos super envolvidos com a sociedade tecnológica usam todas as estratégias para barrar as "fiscalizações" e utilizar a tecnologia sem ao menos os professores perceberem. 
E nem adianta confiscar o aparelho do aluno que é fissurado pois sempre tem o um colega ao lado. Em si, a internet e as redes sociais são excelentes meios de comunicação e pesquisa, principalmente quando há horários regulados  para serem usados e quando são utilizados de maneira apropriada, como instrumento de pesquisa por exemplo, e não da famosa "cola", mais que infelizmente é o que muitos alunos fazem.
Quando se sabe aproveitar de forma correta se tornam mais proveitosos e viáveis  e com certeza bons trabalhos serão realizados.


Com a tecnologia o mundo que temos  se torna um outro mundo, mas quando se torna um mundo de pessoas alienadas, então a tecnologia se torna um dos maiores maus da sociedade moderna.

Por Gerliane Chaves

Arquidiocese da Cracóvia lança site da JMJ 2016!

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Papa Francisco na missa de encerramento e envio dos peregrinos da JMJ Rio 2013 anunciou a jornada 2016 na Polônia, Terra do Santo Padre João Paulo II. A arquidiocese da Cracóvia lançou em tempo recorde no último dia 02 de agosto o site oficial do evento, o endereço www.krakow2016.com/ está disponível em seis línguas diferentes. No Rio de Janeiro após a notícia os jovens poloneses já convidavam "Venham para a Polônia".
O que já deu um forte balanço nos ânimos dos jovens foi saber que Polônia é o país natal do criador da Jornada, o Beato João Paulo II. Esta será a segunda vez que a JMJ será realizada na Polônia, a primeira vez foi em 1991, na ocasião foi realizada Czestechowa na quinta edição do evento.
Os jovens poloneses disseram que já esperavam pela notícia e que ficaram muito felizes. O contraste é simplesmente que no Brasil as pessoas vivem uma fé mais espontânea e que mesmo com um pouco frio no Rio de Janeiro se podia sentir o calor humano, a Polônia é marcada por um frio rigoroso e as pessoas vivem um catolicismo mais tradicional. "Esta é uma outra característica da Jornada, pode também ser entendido como uma riqueza, pois sempre a JMJ se realiza em lugares onde se possa colocar uma outra realidade de igreja local e isso é uma riqueza um pouco diferente. Mas também vamos tentar um modo para que a juventude não fique só na meditação mas tenha um espaço bastante aberto para passar a alegria! As pessoas podem esperar principalmente toda a lembrança da vida dele (João Paulo II), do seu pontificado. Então penso que através dele podemos mostrar a juventude que se pode viver alegre no caminho  certo de Jesus" diz o padre Polonês Adam Parszywka.
O Cardeal acerbispo metropolitano de Cracóvia disse que a Polônia receberá os jovens de coração aberto, ainda lembrou que a jornada será celebrada no 1050º ano do batismo da Polônia, ainda falou que o Papa Francisco ter aceitado o convite das autoridades para realizar a jornada no país "Com isto ele respondeu ao desejo de tantos jovens que há tempos desejam celebrar sua fé no país e na cidade de Karol Wojtyla". 

Abaixo leia a carta na íntegra


e deixo também um link para ver fotos da jornada http://www.flickr.com/photos/cancaonova/collections/72157634723951968/

“Recebi com grande alegria a mensagem anunciada pelo Papa Francisco de que a próxima Jornada Mundial da Juventude será realizada na Polônia no ano de 2016. É uma alegria, uma honra e grande responsabilidade para nós. Será no mesmo ano em que celebramos o 1050° ano do Batismo da Polônia.

Com toda a Igreja na Polônia, eu me alegro porque o Papa Francisco aceitou o convite a ele dirigido pelas autoridades da República da Polônia e o Episcopado Polonês. Com isto, ele respondeu ao desejo de tantos jovens que há tempo desejam celebrar sua fé no país e na cidade de Karol Wojtyła, ele que desde a cidade de Cracóvia partiu em outubro de 1978 para a Cidade Eterna, e quem como João Paulo II, Bispo de Roma, instituiu as Jornadas Mundiais da Juventude.

Dentre as diversas iniciativas pastorais de João Paulo II, as Jornadas Mundiais da Juventude sem dúvida têm sido de grande sucesso, abrangentes e frutuosas. O Santo Padre, desde o começo, viu nos jovens "sentinelas da manhã" (cf. Isaías 21, 11-12), fazendo vigília ao amanhecer do Terceiro Milênio (Tor Vergata, 19 de agosto de 2000).

Hoje, a Polônia e Cracóvia abrem seus corações, para que daqui a três anos possam acolher os jovens peregrinos sob a liderança do Papa Francisco.

Nós estamos gratos ao Papa por sua decisão de visitar o país do Beato (que em pouco será Santo) João Paulo II, e aguardamos ansiosos para fazer vigília com os "sentinelas da manhã" nas festividades em Cracóvia.

Santo Padre Francisco, aguardamos ansiosos e com alegria a sua vinda e a chegada de nossos jovens amigos”.

Cardeal Stanislaw Dziwisz
Arcebispo Metropolitano de Cracóvia

Vaticano lembra os 68 anos do bombardeio em Hiroshima e Nagazaki

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O presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz (Santa Sé) chegou nesta segunda-feira, 5, ao Japão para participar de diversas celebrações que lembram o 68º aniversário do bombardeio das cidades de Hiroshima e Nagazaki.

Segundo uma nota publicada pelo portal de notícias do Vaticano, o cardeal Peter Turkson vai recordar as dezenas de milhares de pessoas que perderam a vida, nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, durante o bombardeio atômico que marcou a fase final da II Guerra Mundial.

Papa escolhe tema para dia mundial da paz 2014

A visita insere-se na iniciativa ‘Dez dias pela paz’, promovida pela Conferência Episcopal Japonesa, entre os dias 6 e 15 deste mês.

O programa do cardeal ganês iniciou-se hoje na catedral de Hiroshima, com uma missa, e prossegue nesta terça-feira, num encontro inter-religioso que vai reunir budistas, xintoístas e protestantes, no qual “pronunciará um discurso centralizado na colaboração recíproca para a construção da paz mundial”.

Nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, duas cidades japonesas foram devastadas em segundos por bombas atômicas dos EUA, que mataram cem mil pessoas em Hiroshima e 74 mil em Nagasaki.

O presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz vai deslocar-se até Nagasaki, na quarta-feira, 7, onde participará de um jantar no centro inter-religioso para o diálogo sobre a paz mundial.

No dia seguinte, no âmbito de uma cerimônia inter-religiosa organizada no ‘Ground-Zero Park’ da cidade, o cardeal vai recitar uma oração por todas as vítimas, na qual também recordará particularmente todos aqueles que não morreram, mas que ainda hoje sofrem com os efeitos da radioatividade.

A viagem conclui-se na sexta-feira, 9, ainda em Nagasaki, com uma missa pela “paz no mundo”, refere o Vaticano.

Da Canção Nova e Agência Ecclesia 

Protagonistas de um novo mundo

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A Jornada foi um evento importante para nossas vidas

Os olhares do mundo se dirigiam para o Rio de Janeiro durante os dias da Jornada Mundial da Juventude! Evidentemente que a mídia em geral enfocou principalmente, como não poderia deixar de ser, a presença, os gestos e as palavras do Papa Francisco em sua primeira viagem pastoral, e justamente à "sua" América Latina. Realmente, foi de "lavar a alma" aqueles belos momentos. Muitos artigos ainda serão publicados sobre cada gesto, sobre cada frase ou cada possível omissão de palavra na frase ou ainda sobre os momentos escolhidos para que o primeiro peregrino da Jornada estivesse em contato com os jovens presentes no Rio de Janeiro, e, através das mídias, com o mundo todo. Nunca saberemos quantos milhões de pessoas foram atingidas naqueles dias e que foram convidadas para a construção de um mundo mais justo e humano. Porém, a Jornada teve muitos outros olhares.

Os encontros menores, os países presentes, a primeira viagem de muitos jovens fora de sua pátria, a experiência das paróquias e dos padres, das famílias acolhedoras! E o que dizer da feira vocacional, o encontro dos grupos nacionais em grandes momentos, a presença das relíquias de santos e beatos, as mostras culturais, os shows variados pela cidade?

E a presença de jovens que embelezaram todos os cantos durante mais de uma semana levou também a admiração e simpatia os habitantes dessa cidade. Já tinham dado um grande passo: abriram suas casas e seus corações ao irmão que veio de longe! Nisso, as pesquisas foram unânimes: a alegria dos que foram acolhidos pela generosidade e fraternidade dos cariocas! Os que pra cá vieram experimentaram que foram acolhidos como irmãos! Isso aconteceu tanto nas residências como nas paróquias. Todos se esmeraram. Até mesmo para resolver problemas surgidos de última hora, como falta de vistos de entrada, perda de passaportes ou de outros documentos, dificuldades de alojamento para quem não tinha feito a inscrição, acolhimento em dias não previstos, alimentação a mais fornecida com carinho para esses jovens que fizeram longa peregrinação.

Essa JMJ, foi, sem dúvida, uma ação de Deus na vida de todos nós! Para quem organizou, nesses quase dois anos, todos os detalhes e discutiu todas as possibilidades, tudo o que houve não se pode atribuir a nós. Creio que foi o evento que mais teve mudanças que podemos saber: desde a mudança da base aérea de Santa Cruz, passando pela renúncia e eleição do Papa, até a mudança do local das celebrações finais.
Nesse mesmo contexto, tivemos a dificuldade financeira da Europa, as manifestações no Brasil, acontecimentos que mudaram as questões de segurança como o incêndio da casa de espetáculos no sul e o atentado nos EUA, que fizeram com que as normas se modificassem a cada momento com novas exigências. Claro que as pequenas manifestações de pessoas que não concordam com os valores da Igreja também estiveram presentes, mas foram respondidas com paz e fraternidade de quem não estava para brigar, mas para dar as mãos e anunciar a paz! A colaboração de todas as autoridades e organizações trouxe a certeza de que o Senhor conduz a história. Não teria como fazer tantas mudanças e continuar tudo tão em paz, inclusive com a limpeza inédita da praia de Copacabana após um grande evento, e a não ocorrência de violência em uma concentração de mais de três milhões e meio de pessoas no mesmo lugar!

Num espaço em que se falavam todas as línguas, a “linguagem do amor” prevaleceu. Contagiou os moradores de Copacabana, que estão acostumados a ver sua região ter grandes eventos, e viram naqueles dias que algo novo estava no ar.

As dificuldades para chegar perto do Santo Padre são naturais, pois ele é um só para milhares de pessoas, mas de uma forma ou outra ele se aproximou o mais possível. Até mesmo a segurança, tão preocupada, viu que a única ameaça que havia era o “grande amor” do povo para com o Santo Padre. Infelizmente, em algumas celebrações, na entrada de sacerdotes prevaleceu mais a força que a caridade, mas tenho certeza de que eles saberão perdoar esses momentos mais difíceis. Em geral, a alegria era contagiante.

As catequeses nas diversas línguas por todos os cantos da cidade e os encontros menores falaram muito ao coração de quem recebia e de quem participava. Não era só um evento de massa! Foi um evento em que houve contatos pessoais, partilhas, meditação, oração! O que dizer dos momentos de oração silenciosa não só em Copacabana, mas também nas paróquias, com jovens fazendo vigílias nas Igrejas?

Esses jovens são responsáveis por um mundo mais justo e humano! Estão dispostos a ir às ruas, como pediu o Papa, também para testemunhar que um mundo novo, sem violência, sem guerras, sem divisões – é possível. Vieram de todos os tipos de regime de governo e sabem o que é cada situação, ou de exclusão ou de ditadura. Sabem também de sua responsabilidade no mundo de hoje e de amanhã. Essa experiência de troca universal que houve aqui no Rio de Janeiro permanecerá em seus corações e, tenho certeza de que já os entusiasmou para viverem ainda mais sua vocação e sua missão.

Nós, que os recebemos aqui, também fomos transformados! Mesmo os corações mais empedernidos se abriram. Essa experiência por nós vivida precisa ser continuada: abertura ao outro, acolhimento do irmão, alegria pela presença das pessoas em nossas vidas, protagonismo do jovem, preocupação com a paz e a fraternidade, luta por um mundo mais justo, diálogo com toda a sociedade e anúncio de Jesus Cristo, Nosso Senhor, caminho, verdade e vida!

Irmãos e irmãs: a Jornada foi um evento importante para nossas vidas e nosso país. Aqui nessa cidade vimos a mão de Deus agir. Agora precisamos continuar nesse mesmo caminho, buscando concretizar tantos sonhos e tantos desejos expressos naqueles dias. Cabe a cada um de nós, a nossas paróquias e nossas pastorais darem os passos dentro daquilo que o Senhor nos concedeu por inteira liberalidade e misericórdia.

Teremos ainda muitas reflexões a fazer, pois melhor que ninguém cada um que viveu aqueles momentos terá muito a contribuir para o presente e o futuro. Agradeço a Deus que se mostrou fiel em tudo o que aconteceu, peço-Lhe para que todos os jovens que para cá vieram se tornem protagonistas em seus ambientes, e exorto a todos dessa querida arquidiocese a estarmos ainda mais unidos para discernir os caminhos que o Senhor nos apontou naqueles abençoados dias.

Aceitem o meu abraço de coração agradecido a todos, e minhas orações na intenção do presente e futuro do mundo que aqui esteve reunido durante uma semana.

Dom Orani João Tempesta, O. Cist

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Do Portal Destrave/Canção Nova